Liberdade para adorar

IBFTO 18 de julho de 2014 0
Liberdade para adorar

Deixa-a, porque a sua alma está em amargura. [2 Reis 4.27]

Quando o filho morreu, a sunamita veio se encontrar com Eliseu no monte e abraçou-lhe os pés. Então o servo de Eliseu se chega para arrancá-la daquela posição e daquele gesto. O profeta diz então a frase acima.

Muito tempo depois Maria, a irmã de Lázaro, derramou cerca de um terço de litro de nardo puro sobre os pés de Jesus e começou a enxugá-los com os seus cabelos. Então Judas, sem a menor caridade, censurou a mulher, dizendo: “Por que este perfume não foi vendido, e o dinheiro dado aos pobres?” Jesus respondeu: “Deixa-a! Que ela guarde isto para o dia em que me embalsamarem” (Jo 12.1-8).

Noutra ocasião, alguns pais trouxeram a Jesus os seus filhos para que ele os abençoasse. Então os discípulos os repreenderam. Jesus interveio: “Deixai vir a mim os pequeninos e não os embaraceis, porque dos tais é o reino de Deus” (Mc 10.13-14).

Numa terceira ocasião, os próprios discípulos contaram a Jesus que tinham encontrado um homem que em nome dele expelia demônios, e lho proibiram de fazer isto porque não fazia parte do grupo. Jesus ordenou-lhes: “Não lho proibais, porque ninguém há que faça milagre em meu nome e logo a seguir passa a falar mal de mim” (Mc 9.38-41).

É preciso entender as pessoas e deixá-las livres para buscar ao Senhor de acordo com o seu modo e criatividade. Não há uniformidade nas expressões sinceras de súplica, de gratidão nem de louvor.

Retirado de Devocionais Para Todas as Estações. Editora Ultimato.

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